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Este blogue é um espaço onde tento conjugar a divulgação do meu trabalho de pintura, através das publicações abertas a comentários, e a publicação de outras matérias na coluna lateral e nesta zona, ao alto da coluna principal.


Os assunto e conteúdos que aqui coloco, em paralelo com a pintura que faço, relacionam-se com as minhas opiniões e opções no exercício do acto de viver. Isso, como tudo, resulta de um compromisso entre livre-arbítrio e determinismo, de racionalismo e sensibilidade, de consciência e intuição, de ponderação e impulso.


Não será possível resumir neste espaço o meu pensamento acerca do mundo actual e do que é indispensável alterar para viabilizar um futuro, em que a nossa espécie assegure a sobrevivência da vida como a conhecemos, de uma forma que respeite a sua organização estrutural. Penso que em qualquer de nós tudo existe. A capacidade para fazer num sentido e no seu oposto. Cada um tem os seus conceitos de bem e de mal, se bem que há tendências mais universais. Para mim basta-me considerar por bem o que estabiliza, harmoniza, promove prazer e bem-estar, respeita e aceita e se constrói permanentemente na consciência da pertença a uma unidade global. A consciência do mal estará no extremo oposto. É uma forma simplista e não mais que um recurso para estabelecermos regras de conduta, para assumirmos a responsabilidade que os nossos recursos desmedidos para interferir no meio em que vivemos, nos confere.


A falta de um sistema político adequado para a gestão das sociedades que promova um papel social, de cada um, devidamente equilibrado no deve e haver, estabelecido no respeito sagrado pela dignidade de cada pessoa, é um sintoma de um mal que se avalia pelo exame da nossa História Universal. Se avaliarmos os registos da história política, das artes e do pensamento, verificamos que há um padrão de comportamento humano que é inerente à sua condição e que não tem mudado ao longo dos milénios. Depois vemos que tudo se repete, em ciclos. E verificamos que a velocidade das transformações evolui exponencialmente, porque tudo é um pulsar. A explosões sucedem-se retracções.


Neste momento não sabemos em que ponto estamos, mas sabemos que se não alterarmos o nosso comportamento, estaremos a construir uma destruição num apocalipse de dor e sofrimento em que a nossa arrogante inteligência fará a afirmação de ser a mais negra estupidez do Universo conhecido.



ASSINE PELA ABOLIÇÃO GLOBAL DA PENA DE MORTE

BASTA A POSSIBILIDADE DE INOCENTES SEREM CONDENADOS À MORTE PARA A ABOLIÇÃO SER IMPERATIVA


No passado dia 10 de Outubro foi o Dia Mundial pela Abolição da Pena de Morte. Duas semanas antes, a 25 de Setembro, o Brasil tinha-se tornado o 72º país a abolir a Pena de Morte do seu sistema penal, sem possibilidade de retrocesso.


Este é, ainda hoje, um tema polémico. Confrontados com a violência que espreita a esquina do quotidiano da pessoa mais serena e pacífica, e com a consciência que a divulgação mediática que existe dessa mesma violência muitos são os que apesar da sua boa personalidade cívica e humana, hesitam ou, nem por isso, antes apoiam a pena de morte como solução para conter e castigar os crimes que atingem inocentes.


Pessoalmente, expresso aqui uma opinião que assume uma série de implicações, pelo que não quero fazê-lo, sem fundamentar a minha posição e assumir a consciência desses fundamentos. Estou consciente do privilégio que representa nunca ter sido alvo de episódios de relevante violência. Consigo, talvez por defeito, mas quanto baste para entender o estado de espírito de quem sofreu sérias circunstâncias
de ofensas pesadas à sua integridade física, atentados ou até assassínios dos que lhe são próximos.Há casos e circunstâncias em que os ofendidos poderão encontrar argumentações que sustentem uma execução num caso específico. Há até casos de assassinos que querem morrer. Há muitos que até se suicidam no corredor da morte, seja pela incapacidade de lidar com a culpa ou com a desumanidade da tortura da espera. No entanto, há uma coisa de que todos temos de estar conscientes. Num determinado sistema penal há ou não há pena de morte. E temos de estar conscientes de uma outra coisa. Nenhuma lei que exista em qualquer país, para qualquer efeito, tem garantia de ser sempre exemplarmente aplicada. Os casos são julgados por pessoas e por elas são aplicadas as penas. As pessoas detêm poderes e têm interesses que, por vezes são difíceis de identificar até para os próprios porque estão nas esferas obscuras das ideologias e das afectações de carácter e que são determinantes nas decisões. Pesa, para mais, que a maioria dos locais onde a pena de morte ainda é aplicada, e onde é necessário que seja abolida, são aqueles onde os atropelos à isenta aplicação da lei são mais fáceis.


Não é defensável que estejamos vulneráveis à violência social. Sabemos que há seres humanos cuja monstruosidade de comportamento alimenta as vendas e audiências dos meios de comunicação com a evidência de que não terão a mínima viabilidade de recuperação. No entanto, defendo que as sociedades terão de encontrar métodos de prevenção e de regulação destes fenómenos que estão completamente associados à própria natureza humana e à forma como se gerem políticamente as sociedades. Acredito que um eficaz combate à miséria existencial e um sistema de educação humano e adequado resolverá uma grande parte do problema. A aplicação rigorosa dos direitos humanos, já reconhecidos, outra parte. Só que o que poderia ser fácil, não o é, e esse estado, demorará a ser atingido, se algum dia o for à escala global. Até lá, os crimes e as agressões continuarão. E a necessidade de lidar com eles, sem passar pela eliminação física do criminoso. Porque basta a possibilidade, em aberto, de um inocente condenado para inviabilizar que se possa manter uma lei que o permita. Nos Estados Unidos, onde ainda existe, como sabem, pena de morte nalguns estados, já se tem descoberto inocência, e conduzido à libertação de presos, numa espera que chega a durar 20 anos.


Perante estes factos só é possível defender a abolição da pena de morte, sem excepção do local geográfico, da natureza dos crimes, das características do criminoso ou do método de execução utilizado. É um princípio e um conceito a eliminar para atingir um mundo melhor.


Como nota final, registo o facto agradável de Portugal ter sido a vanguarda da abolição da Pena de Morte. Foi introduzida pela Reforma Penal de 1867, tornando-nos no primeiro país a aprovar uma lei desta natureza. Notável, para um país, em que em 1476, os registos reais dão conta daquilo a que chamam "uma lei mais humana" referente à decisão de D.Afonso V de proferir uma sentença em que só o marido podia matar a mulher culpada de crime de fugir ao marido, pecando-lhe na lei do casamento.

ATENÇÃO - ESTE VÍDEO MOSTRA A CRUELDADE HUMANA PARA COM OS ANIMAIS

Nos dias de hoje, só a ganância do lucro, o desprezo pelo sofrimento alheio e a crueldade para com as outras formas de vida, explicam as experiências com animais em laboratório, para fins médicos, cosméticos ou outros. No total alheamento pela dignidade da vida e pelo seu carácter sagrado, animais dotados de consciência e sensibilidade elevadas são torturados com objectivos militares e científicos, por vezes durante anos a fio, passando existências inclassificáveis. A engenharia genética que tem sido, tantas vezes, usada em más direcções, providencia afinal os meios que permitem avançar a medicina sem o uso deste tipo de práticas, mas elas continuam a ser usadas.
Impõe-se que todos os que temos consciência do mal no exercício destas práticas cruéis e que com elas não queremos pactuar, nos informemos, de quais as empresas que comercializam produtos ou medicamentos resultantes destas experiências. Felizmente o mercado actual dá alternativas para se evitar um consumo que suporte essas actividades.

NÃO À SENTENÇA DE MORTE - Não deixe o seu cão velho na rua, nas noites frias!

Chained Dogs

CLIQUE NA IMAGEM ACIMA E VISITE O SITE DA PEOPLE FOR ETHIC TREATMENT OF ANIMALS

Se tiver dificuldades com a língua inglesa faça uso da ferramenta de tradução do Google. Não é perfeita, mas permite-lhe ter uma ideia muito aproximada dos conteúdos.

MOSTRA VIRTUAL DE PINTURA

domingo, 16 de agosto de 2009

MATER SPLENDOR

Quadr total web.jpg


Esplendor Maternal

Pastel s/ papel - 50x65cm - 2009



"Frequentemente, quando contemplo os olhos de um chimpanzé, pergunto-me o que se passa por detrás."

Jane Goodall




"Existem actualmente cento e noventa e três espécies de macacos e símios. Cento e noventa e duas delas têm o corpo coberto de pêlos. A única excepção é um símio pelado que a si próprio se cognominou Homo sapiens. Esta insólita e próspera espécie passa grande parte do tempo a examinar as suas mais elevadas motivações, enquanto se aplica diligentemente a ignorar as motivações fundamentais."

Desmond Morris, in "O Macaco Nu"





"Somos diferentes dos outros animais (como eles são entre si), mas menos diferentes do que julgamos.

Em 1895 Darwin chocou uma grande parte do mundo com a sua teoria da evolução. Contrariava os ensinamentos da Bíblia que dizia, claramente, que o mundo e tudo o que nele existia fora criado por Deus. E para pior heresia, Darwin assegurava que o homem tinha evoluído dos macacos. Hoje, apesar da teoria da Criação ainda ser pregada em algumas igrejas - e aceite, com fé, por um número considerável de pessoas - a maior parte aceita que evoluímos gradualmente, como tudo o resto. Na realidade, não descendemos directamente de nenhum dos modernos grandes macacos - chimpanzés, bonobos, gorilas e orangotangos - mas compartilhamos com eles um antepassado comum: uma criatura meio chimpanzé, meio humana que viveu há cerca de 6 a 7 milhões de anos atrás. Na verdade, investigações recentes revelaram surpreendentes semelhanças entre o ADN dos macacos e o nosso. Diferimos dos chimpanzés apenas em 1%. Os chimpanzés e os bonobos estão mais próximos de nós do que dos gorilas. As 3 espécies de grandes macacos africanos mostram mais semelhanças connosco do que com os orangotangos.

(...)

A primeira grande descoberta deu-se quando vi um chimpanzé "pescando" térmitas. Ele pegou num caule rijo, empurrou-o pelo túnel que conduzia ao ninho das formigas, retirou-o lentamente e comeu os insectos directamente do caule. Ele estava a usar uma ferramenta. Mais tarde, vi-o retirar um galho de uma árvore, arrancar-lhe as folhas de forma a ficar apropriado para o fim a que se destinava, portanto fazendo uma ferramenta simples. Muitos cientistas foram relutantes em aceitar estas observações; na altura acreditava-se que os humanos e só os humanos eram capazes de tal comportamento. Na verdade, pensava-se que o que nos definia como homens, em face dos outros animais era a nossa capacidade de construir ferramentas. Quando o meu mentor, Louis Leakey, recebeu as minhas novidades, por telegrama, respondeu-me "agora precisamos redefinir o termo -homem- e redefinir o termo -ferramenta- ou aceitar os chimpanzés como humanos!"

Sabemos que os chimpanzés são capazes de muitos comportamentos intelectuais que em tempos se pensou serem exclusivos da espécie humana.

(...)

Todos os grandes macacos demonstram emoções que são claramente semelhantes às nossas, senão iguais, tal como as entendemos, em nós próprios: prazer, tristeza, cólera, desespero e por aí fora. Eles são capazes de exprimir compaixão e altruísmo, tal como, por outro lado, fúria e brutalidade que nos chimpanzés pode levar a combates primitivos. Muitos dos padrões da sua comunicação não verbal são semelhantes aos nossos: Beijos, abraços, fazer cócegas, risos, pavoneios, dar murros e pedir de mão estendida. E estes gestos surgem, exactamente nas mesmas circunstâncias que nos humanos. Têm o mesmo significado. Laços de proximidade e afecto persistem entre certos indivíduos, sobretudo familiares, durante toda uma vida de 60 anos ou mais.

(...)

Talvez a mais significativa diferença entre humanos e macacos seja o facto de termos desenvolvido uma linguagem verbal, relativamente complexa e sofisticada. E isso, acredito, contribuíu para o desenvolvimento explosivo do nosso intelecto. Podemos ensinar às nossas crianças coisas do passado, fazer planos para o futuro, discutir ideias em que podemos beneficiar da sabedoria do grupo. Desenvolvemos uma tecnologia de que um eco distante são as ferramentas à chimpanzé dos nossos antepassados. Enviámos homens à Lua, desenvolvemos uma sofisticada tecnologia médica e desenvolvemos espantosas redes de informação e comunicação. Fazemos fotografias que param um momento, transformando-o numa mensagem para ser vista por muitos. Será que, juntos, com estes talentos seremos capazes de salvar os grandes macacos?"

Jane Goodall



Estes textos, que são citações diversas, terminam com uma pergunta de Jane Goodall. Agora formulo eu outra pergunta: Será que conseguiremos evitar de os exterminar?

Os grandes macacos, tão próximos de nós, como foi referido, estão a desaparecer, porque são abatidos e esquartejados cruelmente para comércio de carne exótica, em frente das próprias crias, que nunca se esquecem e crescem psicológicamente traumatizadas. São capturados para o comércio de animais exóticos. Para os circos. Para os Zoos. São usados como cobaias para experiências diversas. Vivem em cativeiros terríveis, vitimas de tortura e tratamentos desumanos, da parte de "humanos"(?!).

Quando reflito acerca da minha espécie, vejo-nos não poucas vezes como um virus. Parece que a nossa missão neste mundo é destruí-lo, para que possa renascer um outro. Quero poder acreditar que assim não é, e que ainda há lugar para alguma esperança. Ou que a Natureza ou o Mistério por detrás dela, terão, no momento certo, o antibiótico adequado. E então lembro-me daqueles filmes do Alien, cuja motivação principal era eliminar vidas humanas. E fico sem saber bem, se o que sinto é um arrepio ou outra coisa.



Quadro detalhe web.jpg



47 comentários:

mariabesuga disse...

Pois bem meu amor… começou a acontecer o regresso anunciado.
Voltas à temática dos macacos. Pelo que te apaixonam os seres de que descendemos, faze-los nascer como processo… como que de reverência da tua alma livre para a deles, ou pela deles.

Retrataste-lhes em tempos e usando meios e suportes diferentes, dos deles pelos teus, olhares e sentidos, expressões graciosas, luminosas, aflitas… cada uma com mais ternura do coração ao olhar, os teus, para que os sintamos.

Agora dás-nos nestes excertos, além de outras, noções implícitas do perigo, da realidade de que é preciso passar a mensagem na necessária partilha de atitude em defesa de seres que por si só não têm capacidade para se “safarem” à “nossa” crueldade.

Sei do teu respeito, que partilho na mesma perspectiva do sagrado, pelas formas de vida que nos acompanham a existência. Estes, completam a nossa, a existência, precisamente.
Teoricamente dependem de nós.
Não!...
Nós é que somos dependentes... então abusamos até ao limite, até à extinção.

No momento em que acontecer, a extinção, acontece a deles e passa a processar-se a nossa.
É aí que começa, a par, a sentir-se o arrepio da consciência…
Tarde demais!!!...

Partilho a reverência pelos primatas e parabenizo a evolução no uso dos meios técnicos para atingires o fim de nos continuares a "oferecer" estes seres parceiros...

Partilho a sensibilidade com que transmites na expressão da mãe macaca toda a ternura que só as mães podem sentir. Essa agradeço-ta, na minha qualidade de mãe.

O meu beijAmor, sempre.

Paula Raposo disse...

Um fantástico post! Um arrepio...beijos.

mfc disse...

O respeito é uma manifestação se superioridade.
Temos todos tambéma aprender com eles... e muito.
Óptimo post.

belinha disse...

Uma vez comprei uma caixa de pastel mas quando cheguei a casa abri,olhei,fechei e arrumei.Acho que ainda estão no mesmo lugar.Não sei bem como se usa,mas isso nem é desculpa,informação não falta!:)
Por acaso ontem vi um pequeno doc sobre o uso de macacos no cinema e na TV:cães,ursos,leões,macacos...abutres,lobos!Eu tenho-me vindo a tornar quase radical com o passar dos anos.Nunca fui a um zoo e acho difícil ir,mas gostava de visitar reservas.Acho errada a utilização dos animais em espectáculos mas não creio que isso vá acabar.Estes, do doc,eram particularmente bem cuidados.Os macacos "actores" depois de atingirem a idade da reforma iam até viver numa espécie de santuário e pareciam ser bastante mimados pelos tratadores.Também pareciam divertidos durante as filmagens...e os tratadores diziam qeu sim como se estivessem a adivinhar o meu pensamento!!Ainda assim eu questiono se não poderíamos parar.Aqui na Figueira vi uma vez um hipopotamo num tanque rectangular,num circo.O animal nem se podia virar sobre si mesmo.Agora está cá um circo com tubarões.Acho muito errado manter animais desses em cativeiro.Procurei saber o que é o número e descobri que o tratadr nada come eles no tanque e faz-hes umas festas pois não pode fazer mais,diz ele.Não é uma tristeza?
Em relação ao Artsnack, a início eu bem queria que ele se tornasse interessante e até uma referência para arte um pouco mais marginal.Mas eu estou um pouco saturada da bloguice,tenho blogues demais,acho eu!Um blogue desses exige procura metódica,dá trabalho,como tudo...
:)

belinha disse...

...e obrigada por me lembrar os Dead can dance!Já quase me tinha esquecido deles!

cristinasiqueira disse...

Ao passar por aqui fui presenteada com a sua generosidade.Primeiro nas preciosidades musicais ,sugestões de apurado gosto.
Daí o mergulho em humanidade falando de primatas.E o teu trabalho artístico,expressivo,belo,tocante.
A ode aos símios em similaridades.
E ainda li Witman.
Espaço de abertura filosófica e consequencias poéticas.

Com admiração,

Cris


PS- O convido a visitar o blogwww.cristinasiqueira.blogspot.com

Canduxa disse...

Um magnífico post!; não só pela beleza da pintura e expressão de amor da mãe, como também pela chamada de atenção para a possível exterminação dos macacos. É uma crueldade com o que estão a fazer com estes e outros animais indefesos , mas a esperança é a última a morrer.
Desde criança que adoro estes animais.
Adorei o seu espaço, Parabéns!

Osvaldo disse...

Caro Antonior;

Simplesmente excepcionais estes vários artigos sobre os nossos mais próximos parentes do Reino Animal...

Fiquei impressionado com a frase de Janne Goodall, que quando comtempla os olhos de um chimpanzé, pergunta o que se passa por detrás...
A verdade é que eu também já me pus essa questão, do porquê de tanta tristeza no olhar permanente de um chimpanzé!...

Excelente post com maravilhosa ilustração.

Um abraço, caro Antonior,

Osvaldo

Multiolhares disse...

Dizem os místicos que nós não descendemos dos símios, antes pelo contrario em tempos idos no tempo da Lemuria quando esse continente estava a chegar ao fim existiu a mistura de humanos com símios, daí existir tantas presenças, mas o importante mesmo é que somos considerados humanos mas disso temos pouco,pois onde pomos as mãos destruirmos, acho se seriamos mais produtivos sem esta inteligencia facinora que temos.
beijo

Pedro Luso de Carvalho disse...

Caro Antonior,

Somente agora venho ao seu blogue para agradecer a visita feita há alguns dias.

Como o fator tempo está a meu favor, hoje, tive a grata oportunidade de percorrer boa parte deste espaço, no qual se faz presente inteligência e sensibilidade.

Foi, sem dúvida, Antonior, uma surpresa agradável poder constatar que nem tudo está perdido na Internet.

Espero retornor para outras leituras.

Um abraço,
Pedro Luso.

Henrique ANTUNES FERREIRA disse...

Antonio com R

Com mil macacos! Deste-lhe no vinte com este post. O «boneco» é excelente; o texto também. Parabéns!

Esta questão dos primatas é mais do que interessante: é interessantíssima. O Senhor Darwin meteu-se em boas, com a sua teoria da evolução, fazendo estes miseráveis bichos-homens ficar de cara à banda perante os seus «antepassados».

Gosto de macacos, mas não gosto de macacadas. E há por aí montões e montões delas. Macaquear é inqualificável. Não gosto disso. Abomino.

A tua Belmira já disse quase tudo sobre a questão da extinção. Acompanho-a, portanto. Mas creio que há mais uma coisa a dizer.

Muitas têm sido as espécies que desapareceram da face da terra. Agumas carregadas de mistério - como os dinossauros. Este Mundo que tem vindo a ser criado ao longo de milénios e milénios e milénios, está (ainda agora) nas nossas mãos.

Dizemo-nos animais racionais. Seremos? Então porquê a ferocidade que usamos contra os outros? As baleias. As focas. Os rinocerontes. Os tubarões. As chinchilas. Remédios sexuais, peles mais ou menos ricas, produtos para alimentação...

No entanto entre os ditos racionais também se tenta o seu extermínio recíproco. As guerras, os campos de extermínio, as armas de destrição maciça, os genocídios, sei lá que mais.

E as crianças a quem tiram os órgãos para depois serem vendidos?

Fico-me por aqui. A mãe primata é tão mãe como outra qualquer. Só que mais próxima de nós. Se mais não for, respeitemos a maternidade. Os macacos, os gorilas, os orangotangos não fazem abortos voluntários. E mesmo assim, um destes dias estarão em vias de extinção.

Se não nos preocuparmos connosco, como poderemos preocupar-nos com os outros seres vivos? E não nos esqueçamos que todos nós, desde que os macacos desceram das árvores, somos - temos sido - os construtores da sociedade que temos. Metamos a mão na consciência (se é que ela existe) e lavemo-nos. E livremo-nos - da poluição e do resto. Bicho mau, o homem...

Abs e qjs para a Besu

Isabel disse...

BELÍSSIMOS textos, bela a expressão da mãe macaca !
Tambem a mim, sempre me impressionou o olhar destes animais, por ser tão humano, tão próximo do nosso olhar...

Henrique ANTUNES FERREIRA disse...

ADENDA

Rapazinho & a

Peço-te(vos) encarecidamente que contes aos teus(vossos) capangas o que é a Minha Travessa e peçam-lhe para me visitar. Como já sabes(m) até há prémios-mistério para os meus (perseguidores). Espero que colaborem. Senão, ainda me dá a veneta e acabo com o blogue.

Não é ameaça, muito menos chantagem. Mas, eu gosto que me leiam e digam bem ou mal. Mas que digam. E ultimamente as coisas têm abrandado de tal forma que... não sei se valerá a pena continuar.

A ver vamos, ainda que comece a pender mais para o sim do que para o não. A extinção também se aplica aos blogues...

Abs & qjs

PS - Por exemplo a Rapozinha já não me visita há um ror de tempo...

AFRICA EM POESIA disse...

Antonior

O teu retrato é fabuloso...
África para mim tem muita magia por isso estes animais são mesmo especiais... Eu tinha um em minha casa que era uma ternura ...

ternos e inteligentes...

vou escrevendo pouco
a mão está fraca e estou a preparar.me para a cirurgia...depois...espero ficar bem...e escrever e pintar...MUITO....
beijinhos



POETA
Ser poeta…
É ser louco…
É ser sonhador…
É saber dar…

Dar e dar-se…
Na poesia…
Na vida…
No mundo…
E saber que o seu poema…

Foi lido…
Foi sentido…
E, foi tantas vezes… partilhado!...

Partilhado…
Com dor…
Com alegria…
Com amor…

E o poeta sente…
Que o que fez…
Não foi para si|…
Foi para o mundo…

E nessa partilha…
Entende que não mais…
Voltará a estar só!...


Lili Laranjo

~*Rebeca e Jota Cê *~ disse...

Antonior,

Esse seu post, além de tudo, é comovente. Esse respeito pela vida, seja ela qual for, é que faz a diferença nesse mundo louco. Adorei seu retorno. Essa troca de calor humano que a blogosfera proporciona é muito bem-vinda. Espero não perder contato, viu?

Noite de luz!

Rebeca

-

Maria disse...

Antonior:
Também eu como Janne Goodall,fico a pensar no que se passa por trás daqueles olhos tão semelhantes aos nossos. A ternua com que olham e tratam os filhos, devia ser exemplo para muitos pais.
E aquelas mãos hábeis, tão parecidas com as nossas.
Não falam? Há dias vi um programa, em que eles respondiam às perguntas numa máquina. Tudo isto me leva a pensar que sentem e pensam como nós.
Sempre acreditei em Darwin.
Talvez porque nunca acreditei na costela do Adão.
Beijinhos

Laura disse...

Olá.
Ahhh, o homo sapiens, o ser mais evoluido, segundo ele pensa...mas um dos seres que mais desgraças trouxe ao mundo... pelas mãos que pegaram em instrumentos mortais, e tentaram abater tudo o que lhe fizesse sombra...
Vivi em África, vi aldeias de macas, chimpanzés, muito mais raros...e sim são nobres, mas o o homem só se preocupa em abater e não em preservar, acabam com o habitat deles e condenam-nos ao cativeiro, uma forma errada, a meu ver, porque todo o animal aprisionado, devia viver nas suas cidades, vilas, e nunca entre nós para nos deixar antever a sua vivência real...que nunca se tornará real, mau grado as modernices que lhes possamos dar...
Preservar, cuidar, amar, eis apenas o que devia ser feito.E claro que no olhar de um desses animais, paira a tristeza do cativeiro, da fome quando lhe retiram o seu meio de viver...se os deixarem livres, eles terão no olhar o seu sorriso de amor...laura
Um beijinho ao Pintor..laura.

Je Vois la Vie en Vert disse...

Os macacos me fascinam. Belo artigo !

Já fugi à "Recomendação da Organização Individual de Saúde" e o culpado és tu.... :D
Não me tentes mais para cá voltar...durante as minhas férias...só...

Beijinhos

Verdinha

Susn F. disse...

Antonior,

A sobrevivência caberá sempre aos mais fortes, infelizmente.

Captou de uma forma singular esse olhar maternal, esse carinho único que sustenta as espécies enquanto assim for possível.

Um dia gostava muito de ver as suas telas.

Abraço

belinha disse...

Olá de novo!Já vi que andou em visita pelos meus blogues!Venho agradecer os comentários que deixou.Em relação ao que disse sobre os pastéis,eu ultimamente até ando com vontade de regressar ao lápis e ao papel.Meti na cabeça aprender a usar o PC para desenhar.Durante meses não fiz outra coisa e agora continuo a aprender,mas desta vez um programa para paginar.Confesso que tem sido duro.É claustrofóbico e não tem aqueles cheiros das tintas,nem sequer da madeira dos lápis.Só que o tempo não chega e às vezes há tempo e falha a disposição.Na realidade sou muito indisciplinada e dada a moods diversos,alterno entre fúria de tudo fazer e apatia completa.Nesses momentos parece qeu as minhas mãos não servem para nada,e muito menos a cabeça!!Quando reuni aqueles desenhos velhos no Risco de contágio foi também a pensar em continuar o blogue com desenhos novos.Vamos ver!!:)

Berro d'Água disse...

Esses macacos e fundamentalmente o olhar do pequeno, estão demais!!! Adoro macacos e dos dentre eles há muitos e sempre bem divertidos. Na amazônia há um bem pequeno, chamado macaco de cheiro, que são muito lindos e ando em bandos atrás da gente pela floresta. Um dia alguns deles subiram pelas minhas pernas e de meu filho e foram ver o que ele estava fazendo... Ele estava fotogrando os macaquinhos!!!

E por fim, de todos os macacos, os que eu menos aprecio e sem a menor sombra de dúvidas, são os humanos, seja pela pretenção, seja pela arrogância e fundamentalmente pela necessidade de sentir-se sempre superior diante de todas as demais espécies, sendo que a única superioridade que possuimos é de fato a falta de limite e de respeito para com o meio e os demais seres.

Quanto a tua resposta a respeito do uso do giz pastel, adorei e agradeço. E referente ao meu pé, está indo, devagar quase parando... Ainda tem doido muito e está bem inchado, mas ficarei boa. Quanto a gripe suina que invadiu o Brasil, tiveram de atrasar a volta às aulas para o segundo semestre do ano letivo e espera-se que o vírus se esvaia no ar com as medidas de segurança e prevenção, mas foram muitos mortos aqui, o que é lamentável.

Desejo a vocês tudo de bom e uma vêz mais obrigada pela boa vista de vocês dois.

Beijinhos,
Cris

Estela disse...

Olá Antonior,
Muito agradável este seu espaço, bom de se ficar... Admiro suas pinturas extremamente expressivas. Textos e poesias tão bem escolhidos e ainda o sábio Walt Whitman que nos fala direto ao coração.
Obrigada pela sua visita ao "Poesia Nunca é de Mais" e seu tão atencioso comentário.
Bjs.

Tais Luso de Carvalho disse...

Tudo maravilhoso por aqui, mas quero deixar um comentário, em especial, que não consegui deixar no lugar certo: ‘Amor à Poesia’. Achei linda a cumplicidade, o companheirismo, a delicadeza de um amor tão belo.

Bjs
Tais luso

dade amorim disse...

É verdade, Antonior, e arrepio é pouco para exprimir o sentimento de decepção que os seres humanos podem nos causar.

Ótimos textos sobre o tema, enternecedoras as imagens. Atingem seu alvo, com certeza.

Obrigada por sua generosidade e pela presença.

Beijo.

maré disse...

é o olhar supremo do amor.

.

do resto já falaram com excelência.

um beijo Antonior, multiplicado.

antonior disse...

Maria Besuga, minha querida:

A circunstância dos nossos irmãos primatas surgirem neste espaço de experiências com a utilitária função de ginástica de manutenção para a mão do artesão e para a mente do pintor não é bem um regresso.....porque sempre vivem em mim. No entanto, tens razão, quando me conheceste, eu tinha terminado uma série de doze quadros com macacos e nunca voltei a pegar no tema, desde aí até hoje.

De qualquer forma, como sabes a questão dos grandes primatas é apenas parte, a que dou algum privilégio, pelas razões óbvias de proximidade e fácil identificação connosco, de uma questão vasta, universal. A nossa relação com a Natureza que maltratamos, demitindo-nos da responsabilidade, que a nossa consciência específica e as nossas capacidades implicam, para zelar empenhadamente.


Defendo, como tenho dito tantas vezes, que no Universo, conhecido e desconhecido, no que conceguimos entender como realidade e nos Mistérios para além, tudo é Uno. Como tal, a esfera sagrada em que tudo se inscreve, confere igual dignidade a tudo o que existe. Este pensamento, esvazia consideravelmente qualquer juízo e avaliação comportamental, inclusive a nossa., transformando a nossa acção destruidora numa função e razão de ser da nossa espécie. Mas, se assim for, será missão e razão para existir que a parte da humanidade que entende de forma oposta a essa atitude nefasta a declare e lute por essas convicções com todas as capacidades que possuir, porque o seu papel será o do polo positivo, nesta célula que é a espécie humana.

Portanto a atitude que temos para com os grandes primatas não difere (sem qualquer intenção de hierarquia) dos crimes que cometemos contra os elementos da nossa própria espécie, abusando por via de qualquer força ou poder, dos mais fracos. Bastam as notícias quotidianas. O individuo comum desaba a sua força física ou poder económico ou psicológico sobre quem lhe está próximo e deveria respeitar, senão amar. Veja-se o que sucede com crianças, velhos, deficientes, doentes, desprotegidos da sorte...Já por via de poder político, os crimes são contra grupos, etnias, etc. Quando saímos da esfera da nossa espécie, ao lado dos macacos, tão próximos de nós, estão os elefantes, abatidos gratuitamente por marfim, golfinhos, focas ( o crime das focas bébés), baleias, florestas, estruturas minerais. Os crimes de poluição das águas. Tudo isso está na mesma esfera dos primatas.

Claro que após tanto tempo com o homem ta “brincar” de Deus, grande terá de ser o esforço necessário para que tudo volte à harmonia, em ecosssistemas, perversamente alterados, mas se terminasse a nossa atitude intrusiva...

Definitivamente os grandes horrores dos tempos que vivemos resultam de duas facetas do carácter dominante na raça homo sapiens: A intolerância e a Indiferença.

Beijo-te, com Amor.

antonior disse...

Paula Raposo,

Obrigado pela concisão significativa.

Por vezes os arrepios acordam da letargia. O problema maior é os culpados estarem bem acordados e não se arrepiarem.

Beijinhos

antonior disse...

MFC

De superioridade humana em relação a quem não respeita....e nesse aspecto, parte da humanidade está na escala inferior da existência.

antonior disse...

Belinha,

O pastel, como tudo hoje, atingiu um estado de sofisticação e de consequente complexidade, que exige alguma atenção e informação. A vantagem é que depois de entendidos os recursos disponíveis a flexibilidade expressiva é enorme.

Apraz-me a sua opinião e atitude perante o assunto. Seria excelenteque, da mesma forma que diz, se ter tornado “quase” radical, com o passar dos anos, se torne activa, com o passar dos dias, falando destes temas com os amigos, acordando consciências adormecidas, intervindo, dentro das suas disponibilidades, dando um exemplo, sem medo de ser radical sem “quase” , nesta que é uma das poucas matéria em que o radicalismo só traz benefícios ao mundo. Ser radical na recusa do abuso, da violência, da intolerancia e da indiferença é necessário hoje para passarmos a ter um mundo com mais pessoas radicalmente solidárias entre si e com o que as rodeiam.

Em relação ao artesnack e ao facto de ter diversos blogues, se lhe estão a retirar o tempo que precisa para coisas mais importantes, penso que deve estabelecer prioridades. O rigor e a eficácia são exigentes.

antonior disse...

Cristina Siqueira

Seja bem-vinda a este espaço.

É gratificante a sua manifestação de interesse pelos conteúdos e opções expressas aqui.

Venha quando desejar. Espero que as visitas sejam sempre compensadoras.

Visitarei o seu blogue com brevidade.

Até breve.

antonior disse...

Canduxa,

É com muita satisfação que lhe dou as boas-vindas aqui e que registo a sua sensibilidade para a questão que se levanta neste post, a propósito do meu trabalho de pintura que apresentei.

Agradeço o apreço manifestado por este espaço.

Até breve.

antonior disse...

Caro Osvaldo,

É com muito agrado que constato a sua sensibilidade específica para este assunto.

Felizmente uma parte da humanidade possui espírito crítico em relação a este assunto. Infelizmente não é possível transformarem-se todos em participantes activos em acções que contrariem os males referidos.

Felizmente há grandes activistas na frente das denúncias e das acções de apoio à natureza. Neste caso concreto dos grandes primatas há que realçar duas mulheres: Jane Goodall, dedicada aos chimpanzés e Dian Fossey aos gorilas. Esta última foi assassinada por caçadores de gorilas, cuja acção contrariava por todos os meios ao seu alcance. Foi sepultada ao lado de alguns gorilas assassinados anteriormente.

Um abraço, com amizade.

antonior disse...

Multiolhares,

Não muito longe disso, volto a citar Jane Goodall do texto do post:

“não descendemos directamente de nenhum dos modernos grandes macacos - chimpanzés, bonobos, gorilas e orangotangos - mas compartilhamos com eles um antepassado comum: uma criatura meio chimpanzé, meio humana que viveu há cerca de 6 a 7 milhões de anos atrás”

É bem vinda a sua sensibilidade a este tema e a sua presença neste espaço.

Beijinho

antonior disse...

Pedro Luso,

É com uma grande satisfação que lhe dou as boas-vindas a este espaço.

Fiquei muito bem impressionado com os conteúdos que publica no seu blog e pelo que manifestam da sua personalidade e interesses. Por esse facto torna-se especialmente grato registar as suas palavras de apreço pelo “Canto da Fenix”.

Volte sempre. A porta está aberta de par em par. Quanto a mim, não deixarei de o visitar, interessado nas suas publicações.

Retribuo o abraço.

antonior disse...

Caro Antunes Ferreira,

Sem macacadas de que, tal como tu, não gosto, tal como tu abomino, te digo que também tu deste no topo da escala com este comentário.

Por isso, quanto aos primatas e ao Homo Pouco Sapiens tudo o que disseste foi certo e certeiro de tal forma que concorda t-o-t-a-l-m-e-n-t-e (!) com o que penso. Coisa rara!....

Se leres a resposta que dei acima, à minha Maria Besuga, verás que o meu ponto de vista alargado, permuta concordâncias com o que aqui manifestas.

Quanto à adenda que deixaste, dado que já passámos a abertura, o desenvolvimento e o fecho, resta o silêncio e votos de boa continuidade, sempre na consciência de que os fenómenos do ciber-espaço, são réplicas do quotidiano da rua. Portanto humanos terão sempre o seu comportamento com encanto e desencanto. E há que dar encanto ao desencanto para não mergulharmos na "infinita tristeza"...

Um abraço para ti

antonior disse...

Isabel,

Fico grato pela sua visita e pelas palavras de apreço pelo post.

Volte sempre que queira. O seu comentário é bem-vindo.

antonior disse...

Lili,

Obrigado pelas palavras de apreço pelo retrato e sobretudo pela sensibilidade e sentido humano para os nossos irmãos macacos...

Espero que esteja tudo bem encaminhado para a cirurgia à mão. Sabes que ainda tens muitas obras a produzir por isso vai correr tudo bem....

Obrigado pelo poema com sentidas e certas palavras e alma...

Beijinhos.

antonior disse...

Rebeca,

Obrigado pelas palavras de sensibilidade ao assunto do post.
Registo com muito agrado a concordância. A vida é sagrada! Quem o entende respeita-a e ama-a.

Retribuo os votos de Luz.

antonior disse...

Maria,

Agradeço-te as tuas palavras que, como calculas, não me surpreendem porque te vou conhecendo a alma. Cumprimento-te por assim pensares. Fazes parte da brigada dos Guardiões da Esperança. Como não somos eternos é necessário passar estes valores para as gerações que ficam depois de nós.

Beijinhos

P.S. - Maria, estás enganada. Acredita que o Adão tinha costelas. 12 pares, sendo: sete pares de costelas verdadeiras, três pares de costelas falsas e dois pares de costelas flutuantes. O Adão era um sapateiro que dizia que a mulher tinha sido feita de uma costela falsa. Vá-se lá saber...

antonior disse...

Laura,

É com muito agrado que recebo estas tuas palavras. Esta sensibilidade que faz falta. Vê o que digo na resposta à Maria, quanto à responsabilidade de passar a quem ficar depois de nós.

O homem é um Homo “muito pouco” Sapiens...

Como conclusão de tudo isto bastam poucas das tuas palavras:

“Preservar, cuidar, amar, eis apenas o que devia ser feito.” Uma frase perfeita, neste contexto. É mesmo isso.

Beijinhos

antonior disse...

Susn,

É mesmo isso, ou pelo menos tem sido e não dá mostras de ir mudar.

Os grandes flagelos decorrem de manifestações do carácter humano como a intolerância, a indiferença e o Abuso do PODER....

O poder em qualquer das suas formas, físico, económico, político, psicológico...resulta numa força que serve para exercer o abuso em proveito de quem o detém. Aqueles que possuem poder o pretendem usá-lo para proveito dos mais desfavorecidos acabam triturados pelos outros poderosos. Ainda existem os ditadores que acreditam estarem a fazer a coisa legítima porque os Deuses são assim mesmo, cruéis e o alimento do mundo é uma tensão de violência. Outros entendem que a defesa de uma opinião (a deles) justifica a eliminação (física ou outra) de quem pensa de outra maneira.

Certamente haverá oportunidade de ver a minha pintura. Foi feita para ser vista e espero que volte a acontecer em breve.

Retribuo o abraço

antonior disse...

Cris,

È com muita satisfação que registo as já esperadas palavras de entendimento e sensibilidade em relação a tão importante matéria. O respeito pela vida e pela dignidade dos seres que nos rodeiam é assunto fundamental. Se leres as respostas que dei antes entenderás que também te considere na brigada dos Guardiões da Esperança. Num mundo tão rico em vida como é a tua terra é necessário as vozes vivas e altas a defenderem a Natureza dos atropelos que são feitos. Tanto com os Animais como com a Floresta...


A gripe por cá, vai fazendo estragos, mas ainda assim as proporções não atingem níveis que vemos noutros lados. Desejo que esse caso esteja mais controlado aí no Brasil. E também que o teu pé esteja a melhorar rapidamente.

Beijinhos

antonior disse...

Estela,

Dou-lhe as boas-vindas a este espaço.

Agradeço-lhe as suas palavras de apreço.

Venha sempre que desejar. Espero que continue a encontrar motivos do seu interesse e agrado.

Brevemente irei visitar o seu “Poesia Nunca é de Mais”.

Beijinhos

antonior disse...

Tais,

Maravilhoso é o seu comentário. Agradeço que o tenha feito e que tenha feito sentido fazê-lo.

Os nossos afectos são sempre um espelho da maneira como praticamos o acto de viver....

De facto, decidi, há alguns dias, permitir a possibilidade de comentar apenas no último “post”. Deve-se a uma necessidade de gerir mais comodamente a forma como mantenho a interacção com os visitantes no modelo que uso. Uma vez por semana, mais ou menos, coloco novo ”post”, respondo aos comentários do anterior e fecho-o a comentários. Se entretanto aparecem comentários nos “posts” anteriores, facilmente ficam sem resposta. De qualquer forma, o último “post” é sempre um local eficaz para comentar mesmo outro anterior ou qualquer assunto ou conteúdo da coluna lateral que não aceita comentários.

Um abraço

antonior disse...

Dade Amorim,

Eu é que agradeço as suas palavras.

A consciência de que este assunto está muito para além do arrepio é uma manifestação de sensibilidade que cumprimento.

Há que falar acerca destes assuntos para que todos possamos reflectir e ser presenças críticas e, desejavelmente activas, nas alturas mais importantes. Quando podemos impedir que algo se decida ou faça que permita a continuidade deste estado de coisas.

Beijinhos

antonior disse...

Maré,

O Amor em todas as suas formas, apesar de tão maltratado, é um valor que sustenta e mantém a existência. A sobrevivência da nossa espécie. Necessário é vivê-lo com outra conscienciência. Repito, em todas as suas formas. Por tudo o que, em estado puro, nos rodeia.

Beijinhos

antonior disse...

La vie en Vert,

A vida em estado puro é fascinante e....sagrada.

Desejos de boas férias, sem interrupções.

Beijinhos


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